Polícia estoura rinha de galo em Mossoró e prende 21 pessoas

17 de agosto de 2015

Foto: Josemário Alves
Duas mulheres donas da residência onde acontecia a rinha, também foram presas.

“A gente já vinha investigando essa rinha há mais ou menos 6 a 7 meses. Hoje, pela manhã, recebemos a informação de que estava acontecendo a prática, fomos até o local e fizemos o cerco”, contou o comandante.

Segundo Josafá, “os animais apreendidos serão conduzidos à Polícia Ambiental, para que sejam levados ao órgão competente para cuidar deles”.

O presidente da Associação de Criadores e Expositores de Animais de Raças Combatentes do Rio Grande do Norte, Reginaldo Santos, esteve na delegacia para acompanhar o destino dos animais.

“Como tem sido uma prática do IBAMA matar os animais após a apreensão, e nós consideramos isso aí um maltrato maior, a nossa preocupação é acompanhar os animais para garantir que eles estejam acondicionados, cuidados e alimentados, e se vão esperar o desfecho do processo, por que o juiz á quem vai julgar se é crime ou não, então, até seja transitado em julgado, eles têm que ficar com os animais. Como o IBAMA não tem local para colocar, por que eu sei que não tem, nossa preocupação é que eles venham matar os animais, indevidamente”, destacou Reginaldo ao MOSSORÓ HOJE.

A rinha de galo é uma prática considerada crime ambiental e se enquadra no artigo 32 da legislação ambiental, que prevê pena de detenção de três meses a um ano, além de multa. A pena pode ser aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.

O artigo condena "o ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exótico
s".

Fonte: Mossoró Hoje

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